Untitled Document Bom dia, seja bem vindo! - Domingo,   -  
 
Dicas de Saúde / Psicologia
 
Cuidados no verão na praia
Visualizações : 1506
O melhor é sempre consumir alimentos industrializados, embalados e de empresas confiáveis.

Sanduíche natural Tem altíssimo risco de contaminação, pois a maionese é a base do sanduíche e ela se deteriora com poucas horas fora da geladeira. Imagine o ambulante que fez o sanduíche de manhã e vende até o final da tarde na praia? Considere ainda a possibilidade de a maionese ser caseira, o que aumenta ainda mais as chances de você passar mal. Todos os sanduíches levam outros itens perecíveis tais como frios, queijos, salada etc. Mesmo que estejam acondicionados em gelo e em isopores, o risco é alto, pois a temperatura ali dentro vai se reduzindo com o passar das horas, aumentando as chances de contaminação. Prefira comer um sanduíche feito por você em casa antes de ir à praia. Ele será muito mais seguro e nutritivo.

Queijo coalho Possui alto risco, pois a maioria dos queijos tipo coalho é proveniente de leite não pasteurizado e é produzida de forma caseira. Por isso, ele pode conter vários micro organismos como a listeria e coliformes causadores de toxinfecções alimentares especialmente em crianças, idosos, gestantes ou pessoas com o sistema imunológico mais comprometido. O risco é um pouco reduzido se for muito bem assado.

Camarão frito no espeto Possui risco alto de contaminação pela exposição solar acontecer de maneira direta em cima da bandeja. Mesmo sendo submetidos à temperatura na hora do preparo, muitas bactérias ainda permanecem vivas e podem se multiplicar quando são carregados, expostos ao sol. Todos os frutos do mar consumidos na praia são perigosos, especialmente as ostras.

Biscoito polvilho de marca idônea É uma boa opção, já que os produtos industrializados estão sujeitos a normas rígidas de higiene durante a fabricação. Esses alimentos costumam ser mais seguros do que os feitos de forma caseira, quando não se tem certeza da procedência.

Picolé Se forem de marca confiável, são super seguros, pois são de empresas fiscalizadas constantemente pela Vigilância Sanitária. Evite comprar picolés de marcas desconhecidas, pois não se sabe a procedência dos produtos utilizados, como por exemplo, o tipo de água.

Sacolé O uso de água de procedência duvidosa faz do sacolé um produto altamente arriscado. A água pode veicular até mesmo o vírus da hepatite A. O Sacolé pode também estar contaminado por Salmonella sp., Staphylococcus aureus, Shigella sp, E.coli dentre outros micro organismos. Essa contaminação ocorre tanto por contaminação no freezer, quanto por contaminação do manipulador. A maneira com que as frutas serão trabalhadas também confere risco, pois podem ser usados na manipulação utensílios que já foram contaminados com outros micro organismos na cozinha.

Abacaxi Não sabemos se a faca que cortou o abacaxi foi higienizada corretamente esse pode ser um primeiro ponto de contaminação. Além disso, esse tipo de alimento fica exposto em cima de gelo e não se sabe a procedência da água de que foi feito o gelo, que pode estar contaminada com os mais diversos micro organismos, até mesmo coliformes fecais (especialmente arriscado é o gelo de barra que não é feito com água potável) . Isso tudo pode levar a casos de intoxicação alimentar. Dê preferência ao picolé ou suco de frutas de alguma marca já conhecida no mercado.

Esfiha É uma opção melhor do que os salgados fritos, mas de qualquer forma não é uma opção boa para a praia por ser uma opção calórica e fonte de gordura trans, além de ser passível de contaminação por micro organismos. Se acabar optando por ela, prefira recheios como queijo ou pizza (queijo com tomate), deixando de lado os de presunto, calabresa, salsicha e carne, mais sujeitos à contaminação em ambientes quentes como a praia. Preste atenção para consumir no horário de inicio de venda desses produtos (durante a manhã) e não comer às 16:00h, quando o vendedor já está com o produto exposto há muitas horas e provavelmente com uma temperatura inadequada à manutenção do produto.

Salada de frutas Não se sabe como a fruta foi manipulada até chegar à praia. A higienização das frutas e da faca utilizada para picá las é outro fator de risco. Além disso, as altas temperaturas da praia tornam a salada de frutas o paraíso perfeito para a multiplicação de bactérias. O melhor seria você mesmo levar a salada de frutas de casa em um isopor ou bolsa térmica ou consumi la assim que pôr os pés na areia. Como já disse, dê preferência aos picolés de frutas de marcas conhecidas no mercado.

Açaí com granola Preocupe se em saber se a polpa utilizada não é artesanal e sim industrializada e pasteurizada para que seja eliminada a possibilidade de contaminação da fruta até mesmo pelo barbeiro, que transmite a doença de chagas. Procure consumir esse tipo de alimento em locais conhecidos e com boa higiente. Tomando essas precauções, delicie se com esse delicioso fruto rico em antioxidantes. Lembre se de o que o torna calórico não é a fruta e sim seus acompanhamentos com o xarope de guaraná e a granola.

Milho É uma boa opção pela sua composição nutricional, pelo baixo risco de contaminação. Por ser cozido, é uma ótima opção em substituição a sanduíches naturais ou alimentos que se deterioram rapidamente com o calor. Apenas verifique se o milho está totalmente imerso e a água em ebulição para reduzir o risco de contaminação.

Coco Ótima opção para garantir a reposição de liquidos e eletrólitos perdidos com o suor na praia, especialmente se você pratica algum tipo de atividade física como surf, frescobol, caminhadas ou corridas. Procure ingerir um coco a cada duas horas de exposição ao sol. Se desejar abrir o coco, a polpa é bem energética, sacia a fome e a gordura é benéfica à saúde. O único cuidado que se deve ter ao comer a polpa, é com a faca utilizada para o corte, que deve estar limpa. Para reduzir a possibilidade de contaminação, procure beber a água diretamente no coco.

Cerveja Embora quando estupidamente gelada seja a cara do verão e seja a preferência nacional beber bebidas alcoólicas, pode aumentar o risco de desidratação quando a consumimos ao sol. Se desejar beber uma gelada, prefira alternar com água de coco ou água entre uma e outra e limite a ingestão, não exagerando.

Guaraná natural e refrigerantes Não oferecem risco de contaminação, por ser um alimento embalado, fechado e de empresa qualificada. Do ponto de vista nutricional, no entanto, não é nutritivo quanto um suco de fruta ou água de coco.

Mate de galão Ele é de altissimo risco!!! Já existe até pesquisa revelando que 100 das amostras avaliadas apresentavam mais de 50 da quantidade de coliformes fecais permitidos, o que pode provocar diarreias e vômitos. Pode haver contaminação devido ao tipo de água utilizada (muitos dizem ser feito até com água de torneira da praia), ao tipo de gelo e à limpeza dos recipientes. Vale dizer que a venda desse tipo de mate já foi proibida desde 2005, mas não é respeitada.

Caipirinha O ingrediente de maior risco na caipirinha é o gelo. É comum o gelo feito em casa ser contaminado por micro organismos provenientes do congelador que passam para as formas. Outra forma de o gelo ser contaminado é utilizar as mãos para servir. O gelo deve ser feito com água potável e filtrada. A caipirinha também pode ser feita com frutas higienizadas em água de má qualidade, o que também compromete o resultado. A casca de limão, por exemplo, armazena grande quantidade de micro organismos. Se quiser consumir caipirinha, procure pelo menos não colocar gelo dentro.

Amendoim com casca O amendoim pode ser fonte de contaminação por um tipo de toxina proveniente de fungos chamada Aspergillus flavus, podendo causar, entre outras coisas, redução da imunidade e até câncer hepático. No Brasil, infelizmente não temos um controle rigoroso da autoridade sanitária sobre essa questão, o que coloca mais em risco a população. Essa contaminação pode ocorrer durante o plantio ou armazenamento, sobretudo em locais de maior umidade. Fique atento ao prazo de validade do produto e ao aspecto da embalagem, que não pode estar violada. Não recomendo o consumo freqüente, mas se for algo eventual, não há problema no consumo.

O melhor é, sempre que possível, consumir os alimentos industrializados, embalados e de empresas confiáveis como: bebidas, picolés, biscoito polvilho, em vez de comprar produtos de ambulantes. Procure fazer um café da manhã super reforçado antes de sair de casa para a fome não bater rapidamente. Traga de casa pães integrais, frios, geléia, mel, sucos de frutas naturais, água de coco, barras de cereais, castanhas, frutas desidratadas, sanduíches etc

Fonte: Blog dos Congelados da Sônia Patrícia Davidson
 
Fonte : Nuttrisaude Publicado : 27/12/2011
Voltar
© 25/11/2007 - Paróquia São José / Diocese de Presidente Prudente SP - Fone (18) 3917 2500
Todos os Direitos Reservados.
Desenvolvido por Delorean Tecnologia em Sistemas de Informação
www.deloreantecnologia.com.br - Contato (18)3222 6348