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DISCIPULOS - MISSIONÁRIOS COM MARIA

Filha predileta do Pai, sacrário do Espírito Santo e Mãe do Filho de Deus (cf. LG, 53), a Virgem Maria é a discípula-missionária mais perfeita do Senhor (cf. DA, 266). Para ser missionário, primeiro é preciso ser discípulo. Quanto mais radicalmente discípulo, mais missionário.

Somos convidados a descobrir em Maria sua alma missionária e apostólica. Mãe do Missionário por excelência do Pai, Nossa Senhora veio ao mundo com um desígnio missionário. Ao dar-nos o Salvador, ela colaborou diretamente na Obra da Redenção. Consagrou-se inteiramente à Pessoa e à obra de seu Filho.

Diversas são as circunstâncias em que Maria aparece a discípula-missionária mais perfeita.

Sua primeira viagem missionária aconteceu ao visitar sua prima Isabel (cf. Lc 1, 39ss). Antes mesmo de ter contemplado e admirado o rosto de Jesus, vai apressadamente levar e anunciar aos outros o Salvador que carregava em seu seio materno.

Maria acolheu com fé a Boa Nova, transformando-a em anúncio. De primeira evangelizada passa a ser evangelizadora. Quem traz Jesus consigo, sente pressa e ardor em anunciá-Lo aos outros.

Outra viagem missionária de Maria termina em Belém com o nascimento de seu Filho e o encontro com os pastores e os reis magos (cf. Lc 2, 1ss).

Dando-nos o primeiro missionário Jesus Cristo, podemos dizer que Maria está na origem de toda a evangelização.

Maria foi missionária também no deserto, a caminho do Egito (cf. Mt 2, 13ss). Podemos dizer que a vida de Maria foi um caminho e uma peregrinação da fé em Cristo. Ela realizou a primeira missão (além fronteira).

Outro momento eminentemente missionário de Maria aconteceu em Caná da Galiléia (cf. Jo 2, 1-11). Por sua intercessão, Jesus realiza o primeiro sinal, transformando a água em vinho. Deste sinal brota a fé dos discípulos. A presença e a influência de Maria estarão na origem da fé dos discípulos/as e missionários/as de todos os tempos. Por isso, o Evangelho de João assinala a presença de Maria no princípio e no fim do ministério público de Jesus; no início da pregação apostólica e na consumação da obra Redentora na cruz (cf. Jo 19, 25-27).

Por isso, não podemos deixar de mencionar ainda a viagem missionária de Maria ao Calvário. Por meio da sua compaixão e proximidade espiritual, maternal e solidária, a Mãe de Jesus participava intimamente da obra Redentora.

Na pessoa de São João, o discípulo amado do Mestre, recebemos Maria como nossa Mãe. Jesus entrega sua Mãe aos discípulos/as e missionários/as de ontem, de hoje e de amanhã.

Importante foi igualmente a viagem missionária de Maria ao Cenáculo, onde todos perseveravam em oração com a Mãe de Jesus (At 1, 4). Na manhã de Pentecostes, ela presidiu, com sua oração, o início da evangelização sob a ação do Espírito Santo. Que ela seja a estrela da evangelização sempre renovada que a Igreja, dócil ao mandamento de seu Senhor, deve promover e cumprir, sobretudo nestes tempos difíceis, mas cheios de esperança! (EN, 82).

A última viagem missionária de Maria começou a partir de sua assunção em corpo e alma ao céu e perdura até o fim do mundo.

A exemplo de Maria discípula-missionária, sejamos também nós generosos na resposta ao chamado de Deus, consagrando toda a nossa vida a serviço da evangelização.

Fonte: Dom Nelson Westrupp, scj - Presidente do Regional Sul 1 da CNBB



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